Primeira foto do PRIMEIRO PASSEIO. A minha frente o presidente do Motosociety, Luigi
30 de junho de 2008.
Parece que este dia, a luz do sol apareceu com um brilho diferente, os passaros anunciando o que seria uma tarde inesquecivel para uma pessoa em especial. O cenario montado pela natureza e pelos seus filhos da terra, pessoas com um mesmo amor e vocacao, unidos por uma paixao. A motocicleta.
Pois neste dia, esta uma pessoa, um outro filho da terra, nao sabia ao certo como seria esta tarde inesquecivel. Sabia que uma aventura estava para acompanha-lo mas nao sabia ao certo o que seria.
Naquela manha, as horas passaram demoradas, parecia ate que o relogio andava contra o tempo.
Parece que este dia, a luz do sol apareceu com um brilho diferente, os passaros anunciando o que seria uma tarde inesquecivel para uma pessoa em especial. O cenario montado pela natureza e pelos seus filhos da terra, pessoas com um mesmo amor e vocacao, unidos por uma paixao. A motocicleta.
Pois neste dia, esta uma pessoa, um outro filho da terra, nao sabia ao certo como seria esta tarde inesquecivel. Sabia que uma aventura estava para acompanha-lo mas nao sabia ao certo o que seria.
Naquela manha, as horas passaram demoradas, parecia ate que o relogio andava contra o tempo.

Os ponteiros se alimentavam da ansiedade do que estava pra acontecer.
O encontro em frente ao OceanAir era o incio daquele que seria o dia D, o dia daqueles momentos que imaginamos na vida e que nem sempre temos a certeza de realizar e que estava a uma acelerada para acontecer.
Dez horas da manha. Eu chegara as 9:40 mais parecido com um daqueles manequins de loja, com todos os apetrechos expostos por num boneco, com casaco da marca HD, calca com pequeno detalhe em couro, bota da marca da moto, luvas, oculos, capacete, enfim a figura do novato marinheiro. De primeira viagem.
Anciosidade aumentada quando apareceram duas figuras facilmente identificadas pela roupa, coletes e adornos. Uma dessas figuras, o da esquerda da minha visao, era uma pessoa, que de certa forma tinha o estereotipo do motoqueiro. Dele o pouco cabelo e ainda grisalho que sobrou mostra que o tempo se encarregou de lhe dar toda uma experiencia e vivencia da vida e que ele desviou parte disso para o seu hobby, sua segunda paixao. O segundo chegou com poucas palavras, mais atento em identificar do que ser identificado. Feitos os cumprimentos e apresentacoes, fomos ao encontro da primeira dama, a primeira paixao do primeiro. Hilda logo se encarregou de dar as boas vindas ao novato e preocupada em entrete-lo e deixa-lo a vontade no novo ninho. Digno de uma primeira dama.
Ao sabor de um cafe da manha recheado de farinaceos doces e salgados, e um farto bate lembrava uma mesa redonda montada para um programa de debates. Foi dado a largada para que se conhecessem. Num certo momento, aparece uma figura que mais parecia um executivo travestido de motociclista do que qualquer outra coisa. Pois este cubano paulista foi acresentando o debate com uma passagem de sua vida no Brasil. Assunto que esta na boca de qualquer brasileiro, a violencia, que assola o Rio, Sao Paulo e que me parece ainda nao alcancou Blumenau, terra que em breve recebera um dos filhos da Moto Society. Cafe tomado, vamos as motos estacionadas. Sorte que haviam 4 delas e nao tres. A chave na ignicao da certo! Muito perspicaz Ari. Partimos pela calcada.
Ja uma novidade pro novato. Indo atras do anfitriao, fui vendo a primeira dama registrando as primeiras aceleradas do dia. Pensei, que legal, isso vai ficar registrado. Naquele momento pensei nas pessoas que mais gosto, familia, amigos distantes e em mim tambem, pois todos poderiam ver aquele momento magico que se iniciava.Apos uma conversa rapida com o presidente, Luigi me orientou com as regras da conducao em grupo, o que evitar, como evitar e enfim partimos.
Pela US1 seguimos rumo ao desconhecido pra mim. O sol do final da manha, ja mostrava que meu casaco era realmente algo over para o dia mas pra que esquentar com isso? Nada poderia estragar aquele momento.
Chegamos num estacionamento vazio. Uma moto ja parada identificava o ponto de encontro. Ficamos ali, conversando a sombra de uma linda arvore, mas que nao escondia o calor que sentiria pela frente com meus apetrechos de marinheiro da estrada. Papo vem papo vai, ouvi a fascinante estoria do grupo que para aceitar coalizoes de outros, tem uma tarefa nada nada agradavel, afinal percorrer 1.500 milhas em 36 horas, de moto, fui convencido pelo Candido que me confidenciou ter conhecido o alge do esgotamento e pelo presidente que incrivel mesmo era ter uma estoria pra fazer historia pros netos. Ali me rendi a beleza do argumento. Me imaginei naquela situacao e me pergunto ate agora se teria conseguido acompanhar os membros aventureiros. Pergunta que ficara na minha mente sem resposta.

Interessante foi ver a nova galera chegando e se anunciando. Parecia um aluno, num novo colegio, entrando numa sala no meio do ano, onde os amigos ja se conhecem. Entao sao eles os meus novos colegas? Entao esse eh o Michael que esta vindo pela primeira vez? E foi assim aos poucos, parecendo ate que foi combinado que chegassem aos poucos, nunca juntos, pra dar tempo suficiente para os: Muito prazer; Como vai; e meu nome eh Michael. Se aproxima a primeira moto(opa, uma harley, e aquela que pensei em comprar). Interessante pensei, um outro casal. Primeira coisa que vi foi um largo sorriso de quem estava na garupa, sorriso que teimou em acompanha-la durante todo o dia. Ali conheci Carlito e Wilma e a foto registrada deles, eh o sorriso, nao mais esquecerei disto.
Neste momento aparece uma figura exotica e mais parecido com os personagens da turma " Born to be Wild". Mas eh obvio, todo grupo tem um cara assim, eh ele o identifiquei imediatamente. Esse eh o nosso seguranca! Mas aquele brutamonte mais tarde nada mais eh que um pai completamente derretido por uma bonequinha que conheci de apenas 9 meses de existencia. Dia 12 eh seu aniversario me antecipando o convite que infelizmente nao sera atendio por pura ausencia do meu corpo aqui na cidade da Moto Society. O proximo a aparecer no estacionamento deserto eh a primeira figura que conheci do grupo. Quem me incentivou a persegui-lo. Completamente INEVITAVEL uma comparacao com minha vida, meus filhos. Nao eh que ele conseguiu levar um tesouro, no banco de tras? Que coisa intrigante, tenho que pensar melhor nisso, surpreendente. Mas que barato, o filho o acompanha! Isso eh incrivel! Pois o garoto chegou e veio logo ver quem era o cara novo ali na sombra. Ola, como vai, sou o Alex. Sentou na moto e conversou com os outros como gente grande. O pai sorrindo logo o seguiu, maos apertadas e com ele algo mais a falar. Foi vc que conheci e conversei na exposicao de motos, lembra? Sim, claro. Muito prazer, Alberto! Esse eh meu filho que tb estava lah. Pensei em se tratar de dois personagens de um filme que, se fosse visto no cinema pensaria nao existir na vida real. Existe. Parabens, fascinante. Eles sao especiais. Tem sangue preto e branco, e um eh a estrela do outro. Soh podiam ser botafoguenses!!
Logo aparece um cara com uma pinta de gala de cinema com uma mulher na garupa mas perai, com capacete rosa? Esse eh o casal pra foto da turma!! Este gala por telefone me dera a dica de como amaciar a moto, algo que fora desrespeitado mais tarde pela velocidade imposta a contra gosto na Turnpike da vida. Pensei em como poderia estar atrapalhando lah atras da fila, soh nao em ultimo porque este casal do capacete rosa vinha ainda mais atras, dando a cobertura necessaria pro novato!! Valeu Aldo, valeu Claudia. Me deram uma super forca, uma seguranca perfeita!
Depois chega um outro mas opa, MUI PRAZER?? UEH? Esse grupo nao eh de brasileiros? O vendedor da Harley da Kendal me faz descobrir que temos um amigo em comum. O mundo eh realmente pequeno. Me fez lembrar da teoria dos 500 que conhecemos no mundo. E que todos se conhecem no mundo inteiro. Conhecemos alguem, que conhecesse outro alguem que por sua vez conhesse um outro algueM. Fecha-se o ciclo de pessoas existentes no mundo.

E a festa heim? Parecia que estava entrando num filme daqueles que vemos na televisao as 2 da tarde ou 4 da manha. Reuniao de motoqueiros, que coisa excentrica pensei. Chego, pago U$3 e entro no filme. De cara uma banda tocando Lynyrd Skynyrd me deu as boas vindas e ja nao me deixou sentindo um alienigena. Me identifiquei e isso foi muito bom. Uma cerveja, era o que queria imediatamente. Entao uma rodada de batismo pra quem do grupo estava por perto.
Sentamos numa mesa do tamanho do grupo, afinal o encontro era pra isso, musica, bate papo e alegria, pelo menos pra mesa do Moto Society eram os ingredientes que acompanhavam!
O casal presidente sempre preocupado em saber como estava o novato, em explicar o que estava ali acontecendo, atitudes que identificam de imediato um presidente e uma primeira dama.

Bom, depois que tal uma passada no Boteco? No caminho, Candido resolveu tomar seu rumo, o resto do grupo seguiu, e desviou para um posto, pois o marinheiro ficou com o tanque na reserva. Coisas de primeira viagem! Depois de abastecer confesso que fiquei com inveja da Guerra de agua travada entre o Aldo e a Wilma. Armas perfeitas pro calor que nao descansava.
E assim, foi aquela tarde abencoada por Deus e bonita por natureza. Esse trecho apesar de estarmos na terra do Tio Sam, eh bem familiar a todos os brazucas da “Sociedade”, tenho certeza.
Obrigado galera. Valeu a tarde supimpa do Society.
Espero em breve estar ao lado de vcs novamente. E na proxima, preciso saber quantos charutos levar!

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