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quinta-feira, 5 de março de 2009

Passeio chegando a Daytona


Essa semana esta sendo bem diferente. Acabei de chegar de Las Vegas, que é uma cidade verdadeiramente das luzes. Não me refiro as mentes maravilhosas dos pensadores antigos franceses mas as luzes que piscam, acendem, apagam, seus letreiros fascinantes, onde não existe uma única lâmpada queimada. Meu Botafogo campeão (quando juiz não interfere, não dá outra) e o pensamento latente no passeio que teremos para Daytona neste próximo finde.
Todos do grupo Motosociety falam disso. Os emails entre os membros não param de chegar. Quem vai, como vamos, roteiro, quantas paradas ao longo do caminho, motos preparadas, quartos reservados, quem divide quarto com quem, essas coisas... Parece que teremos duas paradas somente. Pouco pra quem fica sentado horas a fio num banco de couro, feito para redomas de carne poupudas e já acostumadas com tal ardor. Mas tudo bem. É assim mesmo. Na estrada, com o vento batendo no rosto, tudo fica bem e nos superamos e curtimos como crianças curtem um parque de diversão. Aliás, parque para motociclistas são as estradas. Cada passeio parece que é como visitar um novo parque. Tem o do jacarés na estrada, o da boa mesa, das construções antigas, o vazio e o cheio de veículos. Enfim, parques diferentes mas sempre com a mesma emoção. A chegada. O clímax fica por conta do durante. E cada chegada é outra história que vamos, através desta coluna, perfilando em crônicas.
Esta nossa excursão a Daytona promete. Vamos rodar 300 milhas, algo em torno de 480km. É muito? É sim. Pra mim será a viagem mais longa. Mas a turma aqui está animada. Parece que o local fica abarrotado de motociclistas dos EUA inteiro. Cada um com sua moto, suas aparencias e vestes bizarras e suas características peculiares. E como isso nos diverte. É cada figura que vou te contar...depois na próxima crônica.
Nossa turma já está preparada. O único inconveniente é ter que sair às 7:30 am para encontrar o pessoal às 8:00 am em local ainda a ser definido. Para quem pensa que motoqueiros dormem tarde, levam uma vida noturna, está enganado. Claro que uma cerveja e whisky fazem parte de todos os homens sãos de espírito e saúde mas sem abuso pois temos que estar sempre preparados para rodar sem o olho cambalear. Em um carro ter sono é uma coisa, em moto é outra. Sabendo disso, acabamos suprimindo os exageros. Até comida tem que ser pouca para não influenciar na direção. Porém, nesse quesito, vai explicar para os baianos e paulistas do grupo... Desta forma,o certo mesmo éramos ter, ao longo da estrada, bistrôs bem gostosos, com aquela quantidade ínfima nos pratos, para servir a turma de duas rodas mais apreciadores da boa mesa. Fica aqui uma idéia. Que tal uma bela viagem pelo interior da França de moto? Quem quiser, é só fazer eco nesta questão. Presidente, bon vivan e apreciador da boa mesa, certamente já esta sorrindo lendo isso.
E assim poderei vestir minha nova indumentária, comprada pela internet para o meu bel prazer. Uma calça de couro para se colocar sobre uma calça jeans apropriada para uso em moto, com proteção nas juntas e joelhos. Minha nova capa de chuva está preparada, e eu torcendo para não ter que utilizá-la. Capacete o mesmo, e o wind shield( para brisa ) esta montado.Vou estreá-lo e não poderia ter maneira melhor. Mas voltando a Daytona, o convite da festa diz tudo. Parece aqueles eventos e festas que vemos somente em filmes e que muitas vezes, duvidamos que existam. Existe pessoal. É incrível a capacidade humana de superação. De novidades, faz-se nada nessas festas pois o que existe já agrada os a gregos e troianos das duas rodas. Refiro-me as músicas( de Nashiville a Batom Rouge ), comidas sempre as mesmas( e deliciosas ), pessoas, o mar de coletes de couro com suas insígnias. O bom é que sempre mostramos o que acontece nesses lugares através das crônicas e do blog, com muitas fotos para saciar a imaginação dos leitores, que não sei quantas temos. Será que se resume nas cartas que recebo? Se for, terei que iniciar logo uma nova atividade. Em minha última contagem eram somente SETE PESSOAS. Se alcançarmos outras sete, teremos o dobro. Um aumento de cem por cento de leitores, o que é algo a ser comemorado!
Na próxima edição, o texto da viagem.

Aguardem.

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